sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Ibama aguarda perícia para esclarecer disparos em Novo Progresso

O Ibama aguarda conclusão da perícia técnica da Polícia Civil para esclarecer o fato ocorrido na última segunda-feira (1º), quando tiros foram disparados por fiscais do órgão em Novo Progresso, sudoeste do Pará. Informações iniciais prestadas pelos fiscais, em depoimento, indicavam tratar-se de ação em legítima defesa. De acordo com o Superintendente do Ibama no estado, Aníbal Picanço, assim que a perícia for concluída, outras medidas poderão ser adotadas pelo órgão. 'Caso seja comprovado que o motorista do caminhão mentiu no relato dos fatos, ele certamente, terá que responder perante a Justiça. E se for o contrário, os fiscais responderão administrativa e criminalmente pelos seus atos, podendo, inclusive, incidir em perda do cargo', afirma o superintendente. A Superintendência do Ibama no Pará já instaurou sindicância para esclarecer os fatos.

FONTE:WWW.JORNALOATUAL.BLOGSPOT.COM

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Fiscais do Ibama dão dois tiros em um caminhoneiro na rodovia BR-163

Da redação: http://www.ecoamazônia.com.br/
Um motorista de um caminhão que transportava madeira supostamente retirada de forma ilegal da Floresta Nacional do Jamanxin, no oeste do Pará, foi ferido a tiros por fiscais do Ibama na tarde desta terça-feira, 2, há 50 quilômetros a cidade de Novo Progresso, em uma estrada vicinal da Rodovia Br-163. Nelson da Silva levou dois tiros de um fiscal do Ibama após uma discussão e foi abandonado no meio da estrada pela equipe de fiscalização, que se evadiu da região após o episódio. Em Novo Progresso, o clima está tenso e a população revoltada com o caso, que está sendo encoberto pelo Ibama e pela Polícia Civil, que se nega a dar informações sobre o caso. Segundo relato do caminhoneiro, ele conduzia o caminhão carregado de madeira na Vicinal do Jamanxin, há cerca de 50 quilômetros de Novo Progresso, quando foi parado por uma equipe de fiscais do Ibama. Os fiscais apreenderam imediatamente o caminhão, mas mandaram o motorista conduzi-lo até a base operativa do Ibama, em Novo Progresso. Logo à frente, o veículo atolou, impedindo que a viagem continuasse. A partir daí, o que se sucedeu foram cenas de abuso de poder e autoridade dos fiscais do Ibama, que começaram a xingar o motorista, humilhá-lo e ameaçá-lo de morte, alegando que Nelson havia atolado o veículo de propósito.Como o veículo não saiu mais do atoleiro, os fiscais aumentaram o grau de agressividade. Segundo relato do motorista, um fiscal chegou a dizer que já havia matado três pessoas, e que mais um não faria diferença. Nelson então se desesperou e disse que o Ibama poderia apreender o caminhão, mas não poderia prende-lo, saindo do local caminhando. Um fiscal do Ibama, que não teve a identidade revelada pela polícia, começou a xingar o caminhoneiro e disparou dos tiros, com arma também não revelada pela Polícia Civil de Novo Progresso. Os disparos acertaram as duas pernas do motorista, que ficou estendido no chão.Uma testemunha conta que os fiscais do Ibama foram embora e largaram Nelson no meio da estrada, sem prestar qualquer socorro. Baleado, Nelson foi levado depois para um hospital de Novo Progresso, onde foi operado e passa bem, sem risco de vida. Os fiscais do Ibama foram para a cidade e registraram um Boletim de Ocorrência na Delegacia de Polícia Civil, que é comandada pelo delegado Antonino Carlos. O delegado sequer teve o cuidado de apreender as armas usadas na ação, para eventual exame de balística, liberando os fiscais e abrindo inquérito para apurar o caso.Nesta quarta-feira, a reportagem entrou em contato com o delegado por duas vezes, solicitando informações sobre o caso, mas o mesmo se negou a prestar qualquer informação, nem mesmo o nome da vítima. Nas duas vezes ele disse que um escrivão iria repassar as informações, que ligasse depois, mas o escrivão mencionado, de nome Jaime, estava de folga e não estava na delegacia. Diante da insistência, o delegado disse, textualmente: "Pode falar que o delegado Antonio Carlos não quis prestar informações", desligando o telefone na cara do repórter.Um morador revelou que o clima em Novo Progresso é tenso e que a população está revoltada com o caso. "O Nelson é uma pessoa humilde, trabalhadora, foi uma grande covardia oque fizeram com ele", disse o morador, sob a condição de não ter a identidade revelada. Segundo o mesmo morador, a Polícia Civil não quer dar informações sobre o caso, levantando suspeitas de um acordo com o Ibama para não levar o inquérito adianta. "O fiscal que atirou deu depoimento e foi embora, a sociedade quer uma explicação", cobra.Diante da negativa do delegado, as suspeitas de um acordo só aumentam, uma vez que o Ibama, sempre rápido em informar quando seus fiscais correm algum perigo, desta vez não divulgou uma palavra a respeito.
Fonte: www.ecoamazonia.com.br
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VERSÃO DO IBAMA SOBRE O CASO!
Sob ataque, fiscais do Ibama atiram em agressor no oeste do Pará
Brasília (03/12/2008) – Fiscais do Ibama reagiram anteontem (1) contra o ataque de um motorista de caminhão madeireiro armado com um facão, efetuando um disparo na perna do agressor, perto da Flona do Jamanxim, próximo à BR 163, no oeste do Pará. Logo após a ocorrência, os servidores entraram em contato com o coordenador da Base Operativa do Ibama em Novo Progresso, o chefe da fiscalização em Santarém, Marcus Bistene, e o chefe da fiscalização no Pará, Leandro Aranha, que acompanham o caso desde então. Segundo Leandro Aranha, dois fiscais do Ibama na base operativa de Novo Progresso estavam num ramal perto do Rio Jamanxim, sem policiais os acompanhando, quando depararam-se com dois caminhões carregados com madeira em toras, possivelmente retiradas do interior da Flona do Jamanxim. “Em operação de rotina, os fiscais solicitaram aos caminhoneiros as Guias Florestais, verificando que a carga era conduzida sem a documentação obrigatória”, informa Leandro, observando que, após a verificação, os agentes pediram aos motoristas para conduzirem os caminhões para a base. “O relato de um dos fiscais aponta que, na primeira área alagada da estrada, o motorista do primeiro caminhão atolou o veículo intencionalmente, quando os dois motoristas saltaram dos caminhões e um deles passou por trás do veículo, de onde surgiu a dois metros de um dos servidores, atacando-o com um facão”, diz o chefe da fiscalização. Ele complementa que, “nesse momento, para se proteger, o agente de fiscalização sacou o revólver calibre 38 institucional do Ibama, deu dois passos para trás e efetuou um disparo na direção das pernas do motorista, que avançava com o facão.”, conta Aranha. Ainda de acordo com Leandro, enquanto os fiscais falavam para o baleado ficar calmo, pois estavam providenciando socorro e o levariam ao hospital, o outro motorista empurrou o fiscal que estava com a arma e fugiu com o ferido para dentro da mata, levando o facão. Aranha conta que, após o ocorrido, os fiscais envolvidos procuraram a Delegacia de Polícia de Novo Progresso para registrar a ocorrência. “Todos os procedimentos legais em caso de ferimento a bala foram tomados tanto pelo Ibama como pela Polícia Civil”, alerta. O chefe da fiscalização no Pará lembra ainda que os fiscais que atuam em operações na região trabalham sob constante ameaça, mas, mesmo assim, é muito raro efetuarem disparos, “apenas quando sua vida encontra-se seriamente ameaçada”.
Fonte: Ascom Ibama.
OBS: Esta versão, no entanto, é desmentida pelo motorista e por testemunhas do caso, que confirmam as informações divulgadas pelo site (Eco Amazônia).

Agente do IBAMA atira em caminhoneiro e diz a vitima: “eu já matei três, pra matar mais um não faz diferença”.



“Não sou bandido, tenho família para sustentar e nada, mas nada nesse mundo, justifica essa covardia que fizeram comigo”.







o caminhoneiro Nelson da Silva que retornava a sede do município de Novo Progresso quando foi baleado por um agente do IBAMA. Segundo Nelson, diz ter parado o caminhão para colocar água no radiador do mesmo, quando do nada, apareceram dois homens, um deles de bermuda e usando uma camisa do grêmio e outro também a paisana, os dois já com arma em punho chegaram próximo ao motorista e disseram “você não reage, acabe de colocar água no radiador enão tente nada”. Em seguida, após andarem cerca de 20 metros com o caminhão e o agente dentro, Nelson perguntou o que realmente o homem queria com ele e a carga do caminhão, só então, o homem se identificou como agente do IBAMA. Eles estavam em uma caminhonete que também estava sem nenhuma identificação, eles (o agente do IBAMA) entrou na cabine do caminhão e mandou que eu seguisse viajem, sem explicar para onde iríamos ou algo do gênero, nem mesmo perguntou de onde eu estava vindo. Após andarmos certo trecho, o caminhão atolou
em seguida o agente, sempre com arma em punho, se irritou e me acusou de ter atolado o caminhão de propósito, coisa que não é verdade. O agente muito irritado e fora de si, mandou que eu fosse para a caminhonete e tomou a chave do caminhão para que ele mesmo tirasse do atoleiro, no entanto, segundo Nelson, se recusou a entrar na caminhonete com o outro agente, pois, temia por sua vida, entre meio a discussão, o agente do IBAMA engatilhou a arma e colocou no peito de Nelson e disse “eu já matei três, pra matar mais um não faz diferença”, após essa ameaça de morte o caminhoneiro virou-se e seguiu rumo a caminhonete onde outro agente estava, quando percebeu que o agente que o ameaçou teria baixado a arma e descuidado dele, o caminhoneiro saiu correndo apavorado, foi quando o agente disparou sua arma e atingiu Nelson com um tiro na perna.
Na versão do Agente do IBAMA, ele atirou para se defender, pois segundo ele você estava com um facão e partiu pra cima dele. É verdade?
Não, não é verdade, eu não estava com nada nas mãos, ele sabe muito bem disso, ele atirou pelas costa, sem motivos, em momento algum eu iria partir pra cima dele sendo que ele estava armado com um revolver. Quem me socorreu foi o outro caminhoneiro, que ao ouvir os tiros retornou e pediu para que o agente não me matasse, até o outro agente do IBAMA, tentou conter o companheiro.
Houve alguma reação por sua parte em algum momento após o tiro?
Eu me levantei com as pernas sangrando por causa do tiro, me agarrei ao agente para tentar salvar minha vida, tanto é, que o outro agente do IBAMA que o acompanhava, também tentou juntamente com o outro caminhoneiro conte-lo, até que a arma dele caiu no chão e saímos correndo mata adentro.
Que atitude os agentes tomaram, depois que vocês correram?
Entraram na caminhonete deles e foram embora, com medo e sangrando muito, fiquei escondido no mato umas 4 horas, foi quando ouvi um barulho de uma moto, sai do mato e pedi que o motoqueiro me trouxesse ate a cidade. Digo mais, não sou bandido, tenho família para sustentar e nada, mas nada nesse mundo, justifica essa covardia que fizeram comigo. Espero que seja feito justiça, pois era minha vida que estava em risco e não um pedaço de madeira. Quero deixar bem claro aqui, que apenas o agente que usava bermuda e camisa do Grêmio que tentou contra minha vida, o outro ainda tentou controlar a situação e seu companheiro o qual atirou em mim.
Você esta tendo algum tipo de apoio, como hospital, remédios etc. do sindicato dos madeireiros ou de alguém, referente a esse fato?
Não, ninguém ta me auxiliando em nada, foram lá no hospital fizeram um movimento e depois caíram fora, minha família que pagou o hospital, remédio entre outras coisas.
Entrevistado: Nelson da Silva – (Baleado por um agente do IBAMA)Por: Arciso BazanellaFonte: http://www.povosdaamazonia.com.br/

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Quase 50 prefeitos podem ser presos por sonegação de inpostos no Pará

Uma operação iniciada em julho deste ano pela Receita Federal do Brasil, e que já cobriu até agora 67 prefeituras paraenses, detectou uma sonegação de tributos federais, principalmente do Imposto de Renda Retido na Fonte, em montante que, segundo estimativas da própria Receita, pode chegar a R$ 200 milhões. As 67 prefeituras sob investigação integram a lista dos 75 municípios sob jurisdição da Delegacia da Receita em Belém. A Receita está se preparando para pedir a prisão de 49 prefeitos acusados de sonegação.Leia mais..

O Senador mario couto cobra pagamento de professores de Novo Progresso

Em pronunciamento ontem, 1º, no Senado o senador Mário Couto (PSDB) disse que vai encaminhar ofício ao Ministério Público do Pará para garantir o pagamento dos professores da rede pública de ensino de Novo Progresso. Segundo ele, o prefeito do município [Tony Fábio, do PT], foi derrotado nas últimas eleições, de outubro, e estaria atrasando o pagamento do salário da categoria, a quem supostamente teria atribuído a sua derrota nas urnas. Os professores estão em greve para chamar a atenção das autoridades sobre o caso, disse o senador. - Virou rotina: Perdi as eleições, então não faço mais nada. Me parece que a Lei de Responsabilidade Fiscal não é respeitada. A culpa é sua, prefeito, não culpe os professores, não - afirmou.

O TRE julga pedido de anulação da eleição de Almeirim

O TRE (Tribunal Regional Eleitoral) paraense julga o pedido feito pelo atual prefeito de Almeirim, Gandor Hage (PR), de anulação do resultado das urnas daquele município que deu a vitória ao candidato a prefeito José Botelho, do PT. Gandor, que tentava à reeleição, foi derrotado por 140 votos de diferença. Além da anulação do pleito, via liminar, Gandor quer que seja marcada a data para uma nova eleição majoritária (prefeito) em Almeirim. O relator do caso é o juiz André Bassalo, o mesmo que há cerca de duas semanas rechaçou pedido semelhante, feito pelo ex-prefeito Isaías Batista Filho, do PMDB de Juruti. Caso a Corte eleitoral paraense mantenha a vitória de Botelho, o gestor almeiriense em final de mandato ainda poderá recorrer da decisão junto ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Advogados especialistas em direito eleitoral consultados pelo blog declararam que são remotas as chances de Gandor anular a eleição. A sessão de julgamento desta terça-feira está prevista para iniciar às 8h30.Na sua manifestação, o MPE (Ministério Público Eleitoral) já se posicionou contrário ao pedido solicitado por Gandor Hage e a coligação União por Almeirim e Monte Dourado.- Por não se estar diante de uma hipótese de manifestação apolítica, que demonstrasse o descrédito do pleito, não há motivo que importe em sua anulação - justificou o MPE.…..Leia Mais

Juiz de claudia cassa registro de prefeito e marca nova eleição em Claudia

O juiz eleitoral da Comarca de Sinop, João Guerra, cassou o registro de candidatura do prefeito eleito de Claudia, Vilmar Giachini (PMDB), do vice-prefeito eleito, Gilmar Sokolovisk e determinou nova eleição no município de Claudia (90 km de Sinop) no prazo de 20 a 40 dias. Só Notícias teve acesso a sentença onde o magistrado afirma que ficou " comprovado satisfatoriamente, por meio de quatro testemunhos em especial, colhidos sob crivo do contraditório, que houve mesmo a cooptação ilícita de sufrágio nas eleições em Claudia". Houve promessas de emprego para eleitores e compra de votos por R$ 50 cada.Os depoimentos de testemunhas indicaram que Orlando Moreira, dono de uma loja de materiais de construção em Claudia, ofereceu, na campanha, R$ 50 para 3 eleitores retirarem placas do candidato Kurten e colocarem placas do candidato Vilmar, e prometeu doar latas de tintas, além de R$ 170 para uma mulher que passava por dificuldades e foi procurar o empresário que, em juízo, declarou ter trabalho pela candidatura do prefeito eleito. Outra eleitora afirmou em juízo ter recebido de Orlando R$ 150 (em dois repasses) e "nestas vezes ele pediu para que votasse no seu candidato a prefeito Vilmar Giachini."O magistrado, diante das provas, decidiu que " ocorreu a prática hedionda de compra de votos". Ele também aplicou multa de 10 mil UFIRs para Vilmar e cassou o registro de candidatura do vereador Ebenezel dos Santos (PMDB), que obteve 227 votos. Os votos que ele recebeu são considerados nulos e, com isso, deve mudar a composição na câmara municipal se a sentença não for reformada

Diretor do denit reclama dizendo que ibama atrapalha

Entraves: Departamento de Transportes tem dificuldades para obter licenças
Brasília:
Agência Brasil
O diretor-geral do Departamento Nacional de Infra-estrutura e Transportes (Dnit), Antônio Pagot, disse que o órgão vem tendo dificuldades para obter o licenciamento ambiental de obras situadas nas faixas de domínio das estradas. 'Para realizar obras nessas faixas próximas às rodovias é necessário um trabalho burocrático imenso, para dar conta da série de demandas estabelecidas por diversos órgãos federais', afirmou. Os entraves, apontou ele, estão no Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Instituto Chico Mendes, Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e Fundação Nacional do Índio(Funai). Pagot sugeriu que, a exemplo de países mais desenvolvidos, o Brasil deveria estabelecer um prazo máximo de 60 dias para a obtenção desse tipo de licenciamento.
CRITÉRIOS
'Atualmente levamos até 36 meses para conseguir essa documentação', disse. As declarações foram feitas durante o simpósio Infra-Estrutura e Logística no Brasil - Desafios para um País Emergente, encerrado no último sábado, pela Comissão de Serviços de Infra-Estrutura do Senado Federal. Segundo o diretor do Dnit, é necessário também rever a metodologia de fiscalização. 'Se houver problema, o responsável que responda por suas ações. O que não se pode é interromper as obras a todo momento e por qualquer motivo', argumentou.O diretor explicou que há regiões em que só é possível realizar obras durante quatro meses do ano e, em muitos casos, elas são obrigadas a paralisar logo após serem iniciadas. Pagot explica que o custo de retomada a cada paralisação representa mais prejuízo ao Estado, que se vê na obrigação de refazer constantemente planejamentos. 'Tem obras no Brasil que estão se arrastando há mais de 20 anos. É fundamental que, após serem decididas, elas tenham sua execução garantida', disse.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

O bispo da Prelazia do Xingu que vendeu madeira ilegal recebe mais um prêmio


O bispo da Prelazia do Xingu, Dom Erwin Kräutler, recebeu na manhã de quinta-feira, 27, o prêmio Verde das Américas, na categoria direitos humanos. Dom Erwin Kräutler preside o Conselho Indigenista Missionário (CIMI) e é reconhecido mundialmente pela defesa da Amazônia e dos povos indígenas. Mas teve a sua reputação manchada ao se envolver em um esquema de venda de madeira ilegal que serviu para esquentar madeira retirada ilegalmente da floresta amazõnica. O esquema envolvendo o bispo foi denunciado por este portal este ano e teve grande repercussão. Reportagem sobre o assunto também foram publicadas no jornal O Liberal e em outros grandes jornais de circulação nacional. O bispo negou tudo e se disse enganado pela empresa que comprou a madeira doada pelo Ibama à prelazia. A madeira, no entanto, não existia de fato. O que houve foi a venda de papel para esquentar madeira ilegal. PRÊMIO - Após o escândalo. o bispo passou a se expor com menor frequência na mídia, mas continua recebendo premiações de organizações ambientalistas. O prêmio Verde das Américas foi entregue no Memorial dos Povos Indígenas, em Brasília, e, na ocasião, Marcos Terena, diretor do memorial, elogiou o trabalho de D. Erwin ao longo de todos esses anos em Altamira, no Pará. "Mesmo distantes acompanhamos a sua luta e as ameaças que vem sofrendo na defesa da Amazônia e dos povos indígenas", destacou.
Tito, pajé do povo Xavante, presenteou D. Erwin com uma borduna e um cordão e falou na sua língua originária "esse é o reconhecimento dos próprios indígenas ao nosso guerreiro. Esses presentes são pra que continue a luta a favor dos povos indígenas, porque somos povos sofridos". O pajé realizou ainda um ritual de proteção para "aumentar o espírito do guerreiro para que ele continue com a luta".
Na platéia, secretários, assessores e coordenadores dos diversos regionais do Cimi prestigiaram a entrega do prêmio recebido por Dom Erwin das mãos de todos os presentes, de forma simbólica. Também prestigiaram o evento o secretário de Cultura do Distrito Federal, José Silvestre Gorgulho, o Cônsul da Áustria, Rainhard Kogler, o representante da Nunciatura Apostólica, Monsenhor Marco Sprizzi, entre outros políticos, religiosos e representantes de organizações sociais.
AGRESÃO -Dom Erwin também se envolveu em outro episódio polêmico em maio deste ano, quando ajudou a organizar o Encontro XIngu Vivo para Sempre, em Altamira. No evento, indígenas agrediram com facões um diretor da Eletrobrás, que por pouco não foi assassinado. Segundo investigações da Polícia Federal, o CImi, presidido por Dom Erwin, ajudou a armar os índios para o evento.

Policia Militar de Novo Progresso Junto Com o Dtran Da Cidade Fazen Blitis Pela cidade


A policia militar da cidade de novo progresso junto o detran da cidade fazem blitis pela cidade para tirar de circulaçao os veiculos que estão sem documentaçao e tamem tirar os veiculos daquelas pessoas que estiveren andando sem habilitação na noite passada foi preendida mais de 25 motos na cidade tudo enrregular.....